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    AGRICULTURA

    São-marquense Geraldo Sandri representa Emater do Rio Grande do Sul em congresso em Brasília

    Primeiro Congresso Brasileiro de Gestores da Agropecuária iniciou no dia 5 de novembro e encerra hoje (7). O presidente da Emater do Estado e são-marquense Geraldo Sandri esteve presente no evento e falou sobre as políticas nacionais voltadas à agricultura familiar e cobrou recurso para investimentos

    2 semanas atrás

    Geraldo Sandri foi um dos painelistas nesta quarta-feira (6), em Brasília (Foto: divulgação)

Nesta semana, o são-marquense e atual presidente da Emater do Rio Grande do Sul, Geraldo Sandri, participou do Primeiro Congresso Brasileiro de Gestores da Agropecuária, em Brasília. O evento iniciou na terça-feira, 5 de novembro, e encerra hoje (7), com a participação de cerca de 1.200 pessoas. Além de representantes de entidades do setor agropecuário de todo o país, o encontro contou com presença de autoridades como o a ministra de Estado da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Tereza Cristina Correa da Costa Dias; ministro do Meio Ambiente Ricardo Salles; presidente da Confederação Nacional da Agropecuária (CNA), João Martins da Silva Júnior; e deputado Alceu Moreira, presidente da frente parlamentar do agronegócio.

Congresso Nacional contou com a participação de cerca de 1.200 pessoas (Foto: divulgação)
Congresso Nacional contou com a participação de cerca de 1.200 pessoas (Foto: divulgação)

Geraldo Sandri, a convite do secretário Nacional de Agricultura Familiar, Fernando Schwanke, apresentou um dos painéis durante o Congresso, nesta quarta-feira (6). Ele falou sobre as políticas nacionais voltadas à agricultura familiar, abordando a atuação da Emater no Rio Grande do Sul, que trabalha com pelo menos 220 mil famílias no Estado. “Falamos também sobre a questão de assistência técnica e extensão rural, que esse é o objetivo da Emater”, cita Geraldo Sandri. Ele explica a diferença de assistência técnica e extensão rural aplicadas nas propriedades rurais. “A assistência técnica é prestar o serviço de orientação relacionado à parte agronômica e técnica. A extensão rural é a parte da educação não formal continuada no campo, a mobilização. Se quer fazer uma agroindústria tem a Emater atuando junto para ajudar”, exemplifica o presidente da Emater gaúcha.

Geraldo relata que durante o painel também abordou questões de sustentabilidade e cobrou recursos da União para que as entidades tenham condições de prestar apoio às famílias na agricultura. “Cobramos recurso para isso, não adianta só o discurso que tem que ter assistência técnica e rural. Os governos precisam priorizar isso como fonte de desenvolvimento rural sustentável, das economias locais dos municípios. Os fundos que a Emater tem disponível 70% vêm do Estado, 15% dos municípios, 6% da União e os demais vêm de serviços prestados, com projetos de crédito, certificação de sementes”, comenta Geraldo Sandri. O são-marquense ressalta, ainda, que o Brasil é visto como um país de grande representatividade na produção de alimentos para o futuro. “Crescimento é o que o Brasil precisa, sendo visto pelo mundo como um celeiro para suprir a demanda de alimentos nos próximos anos, metade da demanda mundial a previsão é que venha do Brasil. Temos hoje 60% da nossa área preservada, enquanto tem países que tem 1%. Então temos muito a avançar nessa área. Tem que ter políticas públicas voltadas para a agricultura familiar”, pontuou.